Em entrevista ao Jornal O Dia do Rio de Janeiro, Mike Shinoda fala sobre as mudanças da banda e algo triste para os fãs brasileiros. Ele descarta a presença da banda elo Rock In Rio 2011, se diz honrando, mas ainda mantêm esperanças de serem convidados para os shows da Copa do Mundo na Cidade Maravilhosa.
Por: http://www.lpamerican.comQuando despontou no cenário musical, em meados da década de 90, o Linkin Park desbundou muita gente com sua pegada inovadora, repleta de rock pauleira e de elementos eletrônicos. O grupo surfou na onda batizada de new metal, junto de Limp Bizkit e Korn. Disco após disco, porém, os caminhos para o gênero mostraram poucas alternativas. Manter a fórmula ou fugir da repetição se tornou um dilema. Os próprios integrantes escrevem o texto para apresentar o quarto álbum de estúdio, ‘A Thousand Suns’ — cuja turnê passa pelo Brasil em 11 de outubro, no festival ‘Starts With You’, em Itu, interior de São Paulo. Lá, reforçam que vieram “seriamente dispostos a abandonar a ambição comercial” em busca de uma “arte honesta".
"Fazer algo que já fizemos não teria sentido. Ainda somos a mesma banda, mas não somos preguiçosos. É fácil copiar, difícil é tentar criar uma coisa nova", rebate o multiartista Mike Shinoda, por telefone ao jornal O DIA, sobre críticas dos próprios fãs na Internet. Muitos defendem que o LP deveria voltar à sua sonoridade original, com mais guitarras.
O Rio, por enquanto, não está no roteiro do grupo, embora seguidores brasileiros disparem no mundo virtual que seria boa pedida tê-los entre as atrações de abertura da Copa de 2014. "Nossa agenda não permite tocar no próximo Rock In Rio, em 2011, mas seria uma honra participar desse show na Copa", insinua Shinoda. Ele não sabia, mas curtiu ser informado de que o SWU, a ser realizado em uma fazenda, por pouco não foi o Woodstock brasileiro (as negociações com os donos da marca original não foram para a frente).
"Woodstock teve uma mágica única que nunca será repetida", avalia. "O mais perto que posso chegar disso é, sempre que subir no palco, tentar dar às pessoas algo especial para que nunca esqueçam".
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